Quaisquer
dois fios esticados para lados distintos, no final de uma linha de
transmissão, pode constituir uma antena; entretanto, sua dimensão
predetermina a eficiência que esta transmite o sinal de RF. A
extensão da antena produzirá um efeito RLC para o circuito do
transmissor caso esteja casada de forma adequada; ou, em casos
contrários, apenas como um circuito resistivo, RL ou RC. Nestas
ocasiões, a presença do capacitor ou do indutor ocasiona prejuízo
de energia desnecessária, o que implica na ineficiência da antena.
A
eficácia de uma antena deve-se ao fato de dimensão desta ser
apropriada à onda que se destina, o que chama-se de sintonia, que
pode ser medida através do coeficiente VSWR. Tem-se, a seguir,
medições para os três casos possíveis: em (A) a ressonância está
abaixo da frequência ideal, isto é, o comprimento da antena é
maior que o necessário; em (C) a ressonância localiza-se acima da
frequência esperada, ou seja, o comprimento não é suficiente; já
em (B) a frequência de ressonância está precisamente sobre a
frequência almejada. Portanto,
a dimensão da antena é fator crucial na sua construção.
Antenas,
em geral, possuem frações do comprimento da onda transmitida.
Comumente utiliza-se aquelas cuja dimensão corresponde à metade ou
a um quarto do comprimento da onda; estes tipos de antenas, como
vimos, são chamados de antenas de meia onda ou um quarto de onda.
A
antena de um quarto de onda trabalha, de fato, com o reflexo de outra
metade na terra, que pode constituir a placa do circuito impresso ou
um aterramento eficaz, a depender da sintonia, que é alterada pelo
meio ambiente e, em alguns casos requer ajustes em campo.








