terça-feira, 30 de outubro de 2012

Comprimento da antena e sua importância


Quaisquer dois fios esticados para lados distintos, no final de uma linha de transmissão, pode constituir uma antena; entretanto, sua dimensão predetermina a eficiência que esta transmite o sinal de RF. A extensão da antena produzirá um efeito RLC para o circuito do transmissor caso esteja casada de forma adequada; ou, em casos contrários, apenas como um circuito resistivo, RL ou RC. Nestas ocasiões, a presença do capacitor ou do indutor ocasiona prejuízo de energia desnecessária, o que implica na ineficiência da antena.
A eficácia de uma antena deve-se ao fato de dimensão desta ser apropriada à onda que se destina, o que chama-se de sintonia, que pode ser medida através do coeficiente VSWR. Tem-se, a seguir, medições para os três casos possíveis: em (A) a ressonância está abaixo da frequência ideal, isto é, o comprimento da antena é maior que o necessário; em (C) a ressonância localiza-se acima da frequência esperada, ou seja, o comprimento não é suficiente; já em (B) a frequência de ressonância está precisamente sobre a frequência almejada. Portanto, a dimensão da antena é fator crucial na sua construção.
Antenas, em geral, possuem frações do comprimento da onda transmitida. Comumente utiliza-se aquelas cuja dimensão corresponde à metade ou a um quarto do comprimento da onda; estes tipos de antenas, como vimos, são chamados de antenas de meia onda ou um quarto de onda.
A antena de um quarto de onda trabalha, de fato, com o reflexo de outra metade na terra, que pode constituir a placa do circuito impresso ou um aterramento eficaz, a depender da sintonia, que é alterada pelo meio ambiente e, em alguns casos requer ajustes em campo. 


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